Ambiente gostoso!

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6 de dezembro de 2009

Curso de Neuropsicopedagogia I


A Clínica RECREAR RECRIAR está promovendo o curso de Neuropsicopedagogia I, que objetiva a promoção de conhecimentos que oportunizem a interdisciplinaridade entre a educação, a pediatria, a neurologia, a psicologia, a pedagogia e a fonoaudiologia.
O curso será administrado em módulos mensais, sempre aos sábados, totalizando oito encontros com duração de oito horas aula cada.
Trata-se de curso diferenciado, ministrado por profissionais especializados em suas áreas.

Público alvo: psicólogos, médicos, psicopedagogos, fonoaudiólogos, professores, estudantes, pais e áreas afins.

Datas: 20/02/2010, 13/03/2010, 10/04/2010, 08/05/2010, 20/06/2010,
Julho – Férias, 14/08/2010, 11/09/2010, 09/10/2010

Horário do Curso: Das 08h00min às 12h00min e das 13h30min às 17h30min, com intervalo para coffee break das 10h15min às 10h30min e das 15h00min às 15h15min.

Local do Curso: O curso vai acontecer em Rio do Sul (Santa Catarina) o local ainda não está definido, assim que eu tiver confirmado o local eu entrarei em contato novamente.

Valor do Curso: Inscrição R$125,00 e sete mensalidades de R$125,00.

Inscrição: A inscrição deverá ser feita até o dia 22/01/2010. O valor da inscrição será de R$125,00. Este pagamento confirmará a participação do inscrito para o primeiro encontro.
Obs.: O valor da inscrição não será devolvido (exceto em casos de força maior – doenças, etc.).

Mensalidades:
Para o pagamento das demais mensalidades o interessado deverá trazer cheques pré datados no primeiro encontro; caso não trabalhe com cheques, poderá fazer o depósito das mensalidades na mesma conta na qual vai depositar a inscrição e nos enviar o comprovante, ou nos entregar esse comprovante na hora do curso.

Certificados: serão fornecidos aos participantes que obtiverem frequência igual ou superior a 75%. Não será permitida a troca de participantes já inscritos. Serão aceitas apenas novas inscrições no decorrer do curso.

PROGRAMA:

NEUROANATOMIA/NEUROFISIOLOGIA
 Disfunção/ Lesão
 Avaliação Neurológica
 Paralisia Cerebral/ Afasias
 Deficiência Mental
 Distúrbios de Aprendizagem: DDA, TDAH, Dislexia, Discalculia, Disgrafia, Disortografia
 Síndromes
 Epilepsia – Autismo
 Psicose
 Exames complementares: EEG, Spect, Mapeamento, Tomografia, Ressonância

FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES (concepções de Lúria)
 Funções inter-hemisféricas
 Plasticidade cerebral
 Áreas anteriores do cérebro: Lobo Frontal no planejamento, intenção e controle da ação voluntária
 Áreas posteriores do cérebro: Lobo Temporal, Parietal e Occipital
 Áreas subcorticais do cérebro – Atenção e Percepção
 Memória: teorias, tipos e localizações
 Linguagem & Pensamento
 Sistema límbico
 Formação Reticular
 Níveis de Aprendizado: recepção-expressão

ANÁLISE DE FUNÇÕES
Pretende-se mostrar como os dados obtidos pelos profissionais das diferentes áreas, através de instrumentos de avaliação neuropsico-pedagógica e fonoaudiológica, podem orientar a estimulação de áreas funcionais defasadas.
 Classificação das Dificuldades de Aprendizagem
 Escalas de Desenvolvimento e o Amadurecimento das Funções
Importância da avaliação e sugestões de atividades.
Correlação com o desenvolvimento neuropsicológico.
 Escalas de Desenvolvimento de 0 a 6 Anos – Vitor Da Fonseca
 Análise Psicomotora da Primeira e da Segunda Infância de Picq e Vayer
Sugestões de atividades psicomotoras. Correlação das áreas avaliadas, com a neuropsicopedagogia e com a aprendizagem.
 Bender/ Pré-Bender (Teste gestáltico visomotor de Lauretta Bender)
Correlação com a neuropsicopedagogia e com a aprendizagem.
 A Construção da Inteligência e Formas de Analisá-La
Correlação com a neuropsicopedagogia e com a aprendizagem.
 WISC III – Escala de Inteligência para Crianças
Importância para o diagnóstico neuropsicopedagógico e a correlação com a aprendizagem.
 Avaliação das Estruturas Cognitivas
Apresentação de algumas provas piagetianas, tais como: seriação, dicotomia, conservação de pequenos conjuntos, intersecção, combinação de fichas, matrizes multiplicativas.
Correlação com as áreas neuropsicológicas envolvidas e com a aprendizagem.
 Análise dos Aspectos do Desenvolvimento de Habilidades Psicolinguísticas
Correlação com a aprendizagem e com as áreas cerebrais envolvidas.
Sugestões de atividades para estimulação de áreas defasadas (auditivas e visuais)


PROFISSIONAIS RESPONSÁVEIS

Sérgio Antônio Antoniuk - CRM 6753 – Médico Neuropediatra
Maria da Graça Conceição - CRP 08/0145 – Psicóloga
Rosilda dos S. Dallagassa - CRP 08/1585 - Psicóloga
Ursula Marianne Simons - CRP 08/1647 – Psicóloga


INFORMAÇÕES E DÚVIDAS

clex@uol.com.br.
Dúvidas: (47) 99188331 ou 99188661

5 comentários:

luar disse...

Meu sonho é fazer um curso como este.trabalho com pessoas com deficiências e tenho dois filhos com necessidades especiais.è uma pena ser tão distante de minha cidade...Se eu pudesse, não perderia ...

helena glaziela disse...

Olá, meu nome é Helena, tenho muito interesse em fazer esse curso, mas a distância me impede, como acredito deva impedir muitas pessoas como eu, moro no Mato Grosso, a pelo menos 3.000 Km dai.
Qual é a possibilidade de realizar esse curso a distância, com estudos dos módulos e provas? Caso seja possível poste na comunidade Dislexia

Elisangela disse...

Olá, gostaria de saber se o curso é reconhecido pelo MEC e se terão provas ou testes?

Agradeço desde ja a atenção.

sandrascharf disse...

Maravilhoso seu blog... devorei alguns textos. Parabéns!

Camilla disse...

ola! meu nome é cristina estou fazendo a pós em psicopedagogia . Entrei na parte da neuropsicopedagogia e preciso realizar um trabalho sobre a neuro e aprendizagem porem não estou encontrando nenhum texto que fale sobre , vc pode me enviar?
bjs

A psicomotricidade como pré requisito ao processo de alfabetização.

Psicomotricidade é uma prática pedagógica que objetiva colaborar para o desenvolvimento global da criança no processo de ensino-aprendizagem, proporcionando os aspectos físicos, mental, e sócio-cultural, visando coerência com a realidade dos educandos. É a capacidade de coordenar os movimentos pressupondo o exercício de múltiplas funções psicológicas, motoras, de memorização, atenção, observação, raciocínio, discriminação, etc. O entendimento dos processos relacionados à motricidade é de suma importância para o planejamento pedagógico e psicopedagógico, centrado no desenvolvimento do aprendiz. Várias crianças tem apresentado deficit de aprendizagem devido á ausência de trabalhos focando certas habilidades necessárias a este avanço. Neste caso é necessário o apoio de um Psicopedagogo, que fará o diagnóstico e certamente, indicará a melhor maneira de se trabalhar com estas crianças. Todavia, este quadro pode ser evitado, se as Instituições responsáveis pela Educação Infantil adotarem o "brincar" como recurso necessário e diário em seus planejamentos.
A criança que anda sobre uma linha no chão; pula pneus, corda, amarelinha; rasteja; corre; engatinha; encontra objetos escondidos; percebe diferenças entre o cenário anterior e o atual; participa de atividades de musicalização; canta; dança; brinca de roda, de cabra cega, de passar anel, de baliza, de pique-pega, de pique-esconde, de pique-cola, de macaco disse, de Maria viola, etc... dificilmente apresentará dificuldades no processo de alfabetização. Os tradicionais rabinhos de porco e pontilhados dão lugar ao brincar com função pedagógica, andar sobre o rabinho de porco, desenhar no chão e observar seu desenho e os desenhos dos colegas. Ainda, adquirir ritmo através da musicalização, esquerda / direita, em cima / em baixo, fino / grosso, alto / baixo, grande / pequeno e tantas outra habilidades que possibilitam um rápido entendimento do processo de escrita e da leitura. Movimentos de pinça (pegar objetos com a ponta dos dedos), soprar canudinhos (bolinha de sabão), confeccionar pipas e brinquedos, rasgar e embolar papéis, reconhecimento de partes do seu corpo (macaco disse), favorecem o pegar no lápis e nos demais objetos escolares, estimulam o traçado das letras e a observação das diferenças entre b e d, por exemplo.
As trocas de V por F, D por T, podem ser evitadas desenvolvendo atividades que estimulem a percepção auditiva das crianças. Essas atividades possibilitam também a socialização dos educandos, respeito à sua vez, e às regras das atividades, disciplina e cooperação. A criança que tem o previlégio de fazer parte de uma Educação Infantil que enfatize as brincadeiras em seus planejamentos, certamente não encontrará dificuldades no processo de alfabetização, pois aprendeu de forma concreta, aquilo que no tempo certo irá colocar no papel. Em controvérsia, quando esta fase não é trabalhada, os danos se estenderão por boa parte - ou toda - a vida escolar da criança. A alfabetização pode e deve ser trabalhada na Educação Infantil, desde que isto aconteça de forma lúdica respeitando a idade e o tempo da criança.
Autora: Angela Adriana de Almeida Lima


Sindrome de Down - Você não está só!

Nós entendemos que, ao receber a notícia, você se sente como se fosse a única pessoa do mundo que tem um problema para resolver. Sentimentos de insegurança e incerteza, bem como dúvidas sobre como tratar a criança e o que o futuro lhe reserva, podem surgir. Procure informações corretas, através de médicos, profissionais especializados ou mesmo outros pais. Várias pessoas já passaram e passam todos os dias pelas dúvidas e incertezas que você está passando e podem ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo.A Internet é um recurso fabuloso, mas é, ao mesmo tempo, o melhor e o pior dos mundos. Como a rede não tem limites de espaço você vai encontrar tudo que já foi escrito a respeito do assunto, seja a descoberta mais recente, como os conceitos mais ultrapassados e, pior, nem sempre o que você encontra tem data. Você corre o risco de acreditar em afirmações que foram feitas há mais de 50 anos, só porque o site é bonitinho.Não confie demasiadamente em textos com mais de 5 anos. A evolução, tanto na área médica quanto na qualidade de vida de pessoas com síndrome de Down tem sido enorme e acontecido a passos largos.Algumas dicas podem ser úteis :
1.Não se deixe influenciar pela opinião de pessoas que nunca conviveram diretamente com uma criança com síndrome de Down, geralmente elas têm informações desatualizadas, preconceituosas e erradas – inclusive a mídia (jornais, revistas, tvs) e médicos que nunca atenderam essas crianças, mas falam a partir de longos textos acadêmicos que estudaram (e que, provavelmente, encontram-se muito desatualizados).
2.Diagnóstico não é profecia : o futuro do seu filho vai depender daquilo que você der condições e oportunidade para ele fazer e não do que um profissional possa ter dito em uma entrevista que você encontrou em um site.
3.Não fique correndo atrás de "cura milagrosa" : Existem dezenas de promessas na Internet, algumas até bem intencionadas (pessoas que realmente acreditam no que falam, mesmo que tecnicamente estejam totalmente erradas), e muitas má-intencionadas, que só querem se aproveitar de um momento delicado das famílias. Se você se deixa iludir por falsas promessas de cura ou de terapias que vão fazer do seu filho uma criança "normal", você deixa de aproveitar o tempo para investir nos potenciais e habilidades dele.
4.Conheça outros pais e outras crianças : a experiência dos outros sempre vai ser útil, mas não esqueça que você é diferente dos outros pais e seu filho diferente de outras crianças que tenham a mesma "deficiência". Participe de grupos de discussão, conheça associações, descubra o que eles estão fazendo, como estão fazendo. Mas nunca deixe de usar o seu filtro crítico para julgar o que, dentro dos seus valores familiares, é melhor para o seu filho.
5.Cuidado com o excesso de informação : Mesmo quando verdadeira e atualizada, existe muita informação que, dependendo do momento, é desnecessária. Seu filho acabou de nascer, não se angustie sobre as questões da adolescência. Não entre em paranóia porque algumas questões médicas têm uma maior incidência nas pessoas com síndrome de Down. Converse com outras pessoas – especialmente com o pediatra do seu filho – a respeito delas. Com o tempo você vai começar a distinguir as que lhe serão úteis das demais.

Mimos que recebi...

Mimos que recebi...
como é bom ganhar presentes!

mimos e mimos...

mimos e mimos...
bom demais!

Mimo dado pela Casa de Patinhos

Mimo dado pela Casa de Patinhos
Visitem, vale a pena!!!

Pulseiras do sexo

As pulseiras do sexo custam apenas um real, um pacote com várias pulseiras de silicone, mas o custo maior foge ao alcance dos pais e o preço é o significado da pulseira.
As pulseirinhas coloridas, que qualquer garota usaria para ir ao colégio. Mas de uns dia para cá, vem deixando os país de cabeça quente com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo uma moda que surgiu na Inglaterra e acaba de chegar ao Brasil, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor.

Significado das cores:

Pulseira da cor Amarela:
Esta significa dar um simples abraço, digamos que é das pulseiras é a nivel 1.
Pulseiras das cores Laranja:
Ainda significa algo tranquilo uma dentadinha do amor, só não se sabe onde
Pulseira da cor Roxa:
Começou a brincadeira, as pulseiras dão direito a um beijo com língua
Pulseira das cores Cor-de-rosa:
A menina tem que mostrar o seio, o que?
Pulseira das cores Vermelha:
Simples, que nada o significado é fazer uma lap dance
Pulseiras das cores Azul:
A garota tem que fazer sexo oral no sortudo que arrebentar sua pulseiras silicone
Pulseiras das cores Verde:
Chupões no pescoço, significado tranquilo não acha?
Pulseira das cores Preta:
A pulseira significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira
Pulseira das cores Dourada:
Liberou geral, tem que fazer todos os itens citados anteriormente
O que você acha sobre essa moda das pulseiras coloridas?