Ambiente gostoso!

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11 de julho de 2010

Projeto: “Seja Especial, Adote um Anjo”


Agradecimento:

Este projeto somente se tornou realidade graças aos anjos que estão patrocinando mais este sonho. Obrigada de coração e que Deus possa estar abençoando a cada um de forma especial...
Apresentação
O projeto “Seja Especial, Adote um Anjo” visa patrocinar alunos com os mais variados tipos de dificuldades de aprendizagem: Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Dislexia, Rebaixamento Cognitivo, Discalculia, Disgrafia, Disortografia, Portadores de Necessidades Educacionais Especiais e Síndromes, cujos pais tenham dificuldades socioeconômicas comprovadas.

Justificativa
Este projeto tem como proposta auxiliar as famílias que possuem poucos recursos financeiros e cujos filhos necessitam de um atendimento especializado, além das atividades escolares.
Muitas crianças, de famílias menos abastadas, apresentam dificuldades de aprendizagem e acabam sendo excluídas do processo escolar, algumas repetindo de série, outras abandonando os bancos escolares em função de sua defasagem cognitiva.
A maioria das crianças atendidas no Espaço Educativo é advinda da rede pública de ensino, onde o poder aquisitivo é mais baixo e as dificuldades mais presentes, em função da pouca informação e do pouco investimento por parte do governo e da sociedade em geral.

Objetivo geral
•Contribuir de maneira efetiva com as famílias menos privilegiadas economicamente, oportunizando aos seus filhos uma Educação Especializada de qualidade e sem muito ônus para as mesmas.

Objetivos específicos

•Auxiliar as crianças em suas dificuldades de aprendizagem;
•Proporcionar às famílias uma alternativa diferenciada, para auxiliar seus filhos em sua aprendizagem;
•Incentivar as crianças a estudarem, trazendo significação positiva aos assuntos tratados na escola;
•Servir de suporte e auxílio aos educadores, promovendo a socialização dos conteúdos trabalhados em sala de aula.

Metodologia utilizada
Este projeto utiliza o Método das Boquinhas (multissensorial), desenvolvido por Renata Savastano Ribeiro Jardini. Ele concilia as estimulações auditiva, visual e cinestésica de forma estrutural e progressiva.
Este método tem se mostrado eficaz tanto na alfabetização regular quanto para a intervenção em distúrbios de leitura e escrita, sendo inclusive recomendadas pelas associações mundiais de dislexia como ideais para o ensino da linguagem escrita para disléxicos.
Como trabalhamos com crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, este método contribui de forma significativa, despertando nas crianças uma maior compreensão da leitura e da escrita.
Utilizamos atividades que desenvolvam as habilidades necessárias para alfabetização, como percepção e memória auditiva, consciência fonológica, percepção e memória visual, coordenação visomotora, esquema corporal, noções de gramática e de compreensão de textos.

Equipe de trabalho
Leila Bambino: Pedagoga, Psicopedagoga Clínica e Educadora Especial.

Rose Mary Grebe: Pedagoga e Educadora Especial.

Ruth Coutinho Staedele: Pedagoga, Psicopedagoga Clínica e Educadora Especial.

1 comentários:

Relatos de Pais Apaixonados disse...

oi me chamo luana e adorei o blog de vcs..sou mamãe de um gostosinho com sindrome de down ele se chama kauÊ e tem,1 ano e 9 meses..é meu xodô..rs me sinto na obrigação e agradecer a vcs em nome de meu filhote..parabens mesmo..se existissem mais pessoas como vcs o nosso mundo seria bem melhor...bjokas!!!

A psicomotricidade como pré requisito ao processo de alfabetização.

Psicomotricidade é uma prática pedagógica que objetiva colaborar para o desenvolvimento global da criança no processo de ensino-aprendizagem, proporcionando os aspectos físicos, mental, e sócio-cultural, visando coerência com a realidade dos educandos. É a capacidade de coordenar os movimentos pressupondo o exercício de múltiplas funções psicológicas, motoras, de memorização, atenção, observação, raciocínio, discriminação, etc. O entendimento dos processos relacionados à motricidade é de suma importância para o planejamento pedagógico e psicopedagógico, centrado no desenvolvimento do aprendiz. Várias crianças tem apresentado deficit de aprendizagem devido á ausência de trabalhos focando certas habilidades necessárias a este avanço. Neste caso é necessário o apoio de um Psicopedagogo, que fará o diagnóstico e certamente, indicará a melhor maneira de se trabalhar com estas crianças. Todavia, este quadro pode ser evitado, se as Instituições responsáveis pela Educação Infantil adotarem o "brincar" como recurso necessário e diário em seus planejamentos.
A criança que anda sobre uma linha no chão; pula pneus, corda, amarelinha; rasteja; corre; engatinha; encontra objetos escondidos; percebe diferenças entre o cenário anterior e o atual; participa de atividades de musicalização; canta; dança; brinca de roda, de cabra cega, de passar anel, de baliza, de pique-pega, de pique-esconde, de pique-cola, de macaco disse, de Maria viola, etc... dificilmente apresentará dificuldades no processo de alfabetização. Os tradicionais rabinhos de porco e pontilhados dão lugar ao brincar com função pedagógica, andar sobre o rabinho de porco, desenhar no chão e observar seu desenho e os desenhos dos colegas. Ainda, adquirir ritmo através da musicalização, esquerda / direita, em cima / em baixo, fino / grosso, alto / baixo, grande / pequeno e tantas outra habilidades que possibilitam um rápido entendimento do processo de escrita e da leitura. Movimentos de pinça (pegar objetos com a ponta dos dedos), soprar canudinhos (bolinha de sabão), confeccionar pipas e brinquedos, rasgar e embolar papéis, reconhecimento de partes do seu corpo (macaco disse), favorecem o pegar no lápis e nos demais objetos escolares, estimulam o traçado das letras e a observação das diferenças entre b e d, por exemplo.
As trocas de V por F, D por T, podem ser evitadas desenvolvendo atividades que estimulem a percepção auditiva das crianças. Essas atividades possibilitam também a socialização dos educandos, respeito à sua vez, e às regras das atividades, disciplina e cooperação. A criança que tem o previlégio de fazer parte de uma Educação Infantil que enfatize as brincadeiras em seus planejamentos, certamente não encontrará dificuldades no processo de alfabetização, pois aprendeu de forma concreta, aquilo que no tempo certo irá colocar no papel. Em controvérsia, quando esta fase não é trabalhada, os danos se estenderão por boa parte - ou toda - a vida escolar da criança. A alfabetização pode e deve ser trabalhada na Educação Infantil, desde que isto aconteça de forma lúdica respeitando a idade e o tempo da criança.
Autora: Angela Adriana de Almeida Lima


Sindrome de Down - Você não está só!

Nós entendemos que, ao receber a notícia, você se sente como se fosse a única pessoa do mundo que tem um problema para resolver. Sentimentos de insegurança e incerteza, bem como dúvidas sobre como tratar a criança e o que o futuro lhe reserva, podem surgir. Procure informações corretas, através de médicos, profissionais especializados ou mesmo outros pais. Várias pessoas já passaram e passam todos os dias pelas dúvidas e incertezas que você está passando e podem ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo.A Internet é um recurso fabuloso, mas é, ao mesmo tempo, o melhor e o pior dos mundos. Como a rede não tem limites de espaço você vai encontrar tudo que já foi escrito a respeito do assunto, seja a descoberta mais recente, como os conceitos mais ultrapassados e, pior, nem sempre o que você encontra tem data. Você corre o risco de acreditar em afirmações que foram feitas há mais de 50 anos, só porque o site é bonitinho.Não confie demasiadamente em textos com mais de 5 anos. A evolução, tanto na área médica quanto na qualidade de vida de pessoas com síndrome de Down tem sido enorme e acontecido a passos largos.Algumas dicas podem ser úteis :
1.Não se deixe influenciar pela opinião de pessoas que nunca conviveram diretamente com uma criança com síndrome de Down, geralmente elas têm informações desatualizadas, preconceituosas e erradas – inclusive a mídia (jornais, revistas, tvs) e médicos que nunca atenderam essas crianças, mas falam a partir de longos textos acadêmicos que estudaram (e que, provavelmente, encontram-se muito desatualizados).
2.Diagnóstico não é profecia : o futuro do seu filho vai depender daquilo que você der condições e oportunidade para ele fazer e não do que um profissional possa ter dito em uma entrevista que você encontrou em um site.
3.Não fique correndo atrás de "cura milagrosa" : Existem dezenas de promessas na Internet, algumas até bem intencionadas (pessoas que realmente acreditam no que falam, mesmo que tecnicamente estejam totalmente erradas), e muitas má-intencionadas, que só querem se aproveitar de um momento delicado das famílias. Se você se deixa iludir por falsas promessas de cura ou de terapias que vão fazer do seu filho uma criança "normal", você deixa de aproveitar o tempo para investir nos potenciais e habilidades dele.
4.Conheça outros pais e outras crianças : a experiência dos outros sempre vai ser útil, mas não esqueça que você é diferente dos outros pais e seu filho diferente de outras crianças que tenham a mesma "deficiência". Participe de grupos de discussão, conheça associações, descubra o que eles estão fazendo, como estão fazendo. Mas nunca deixe de usar o seu filtro crítico para julgar o que, dentro dos seus valores familiares, é melhor para o seu filho.
5.Cuidado com o excesso de informação : Mesmo quando verdadeira e atualizada, existe muita informação que, dependendo do momento, é desnecessária. Seu filho acabou de nascer, não se angustie sobre as questões da adolescência. Não entre em paranóia porque algumas questões médicas têm uma maior incidência nas pessoas com síndrome de Down. Converse com outras pessoas – especialmente com o pediatra do seu filho – a respeito delas. Com o tempo você vai começar a distinguir as que lhe serão úteis das demais.

Mimos que recebi...

Mimos que recebi...
como é bom ganhar presentes!

mimos e mimos...

mimos e mimos...
bom demais!

Mimo dado pela Casa de Patinhos

Mimo dado pela Casa de Patinhos
Visitem, vale a pena!!!

Pulseiras do sexo

As pulseiras do sexo custam apenas um real, um pacote com várias pulseiras de silicone, mas o custo maior foge ao alcance dos pais e o preço é o significado da pulseira.
As pulseirinhas coloridas, que qualquer garota usaria para ir ao colégio. Mas de uns dia para cá, vem deixando os país de cabeça quente com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo uma moda que surgiu na Inglaterra e acaba de chegar ao Brasil, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor.

Significado das cores:

Pulseira da cor Amarela:
Esta significa dar um simples abraço, digamos que é das pulseiras é a nivel 1.
Pulseiras das cores Laranja:
Ainda significa algo tranquilo uma dentadinha do amor, só não se sabe onde
Pulseira da cor Roxa:
Começou a brincadeira, as pulseiras dão direito a um beijo com língua
Pulseira das cores Cor-de-rosa:
A menina tem que mostrar o seio, o que?
Pulseira das cores Vermelha:
Simples, que nada o significado é fazer uma lap dance
Pulseiras das cores Azul:
A garota tem que fazer sexo oral no sortudo que arrebentar sua pulseiras silicone
Pulseiras das cores Verde:
Chupões no pescoço, significado tranquilo não acha?
Pulseira das cores Preta:
A pulseira significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira
Pulseira das cores Dourada:
Liberou geral, tem que fazer todos os itens citados anteriormente
O que você acha sobre essa moda das pulseiras coloridas?