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18 de julho de 2010

TDAH e seus verdadeiros culpados!



Muitas pessoas que desconhecem a natureza complexa do transtorno e seus efeitos devastadores nos indivíduos e nas famílias o consideram um problema trivial, diagnosticado e tratado de forma exagerada.
Para os profissionais ligados à Educação, que convivem com esta dificuldade dia após dia, tudo parece não ter mais jeito. A família nega, diz que “isto não existe, quando crescer passa, é apenas uma fase, pois o filho não é um doente”. O professor, de mão atadas, tenta sem sucesso lutar contra algo neurológico, tendo muitas vezes que ouvir de colegas e das famílias que não dá conta de ensinar e que a disciplina em sua sala é um horror! Sem poder exercer autoridade em sala, caso contrário será intimidado por crianças, que dizem: “Minha mãe disse que você não manda em mim”. O que fazer?
Na verdade 7 a 10% da população mundial sofre com esta síndrome. Isto já está comprovado, através de inúmeros estudos feitos ao longo de anos de pesquisa.
O TDAH normalmente é confundido com falta de vontade, “preguiça”, mas na verdade é essencialmente um problema químico nos sistemas de gerenciamento do cérebro. Vamos nomear os verdadeiros “culpados”? DOPAMINA E NOREPINEFRINA, dois neurotransmissores que estão intimamente ligados ao transtorno.
Existem estudos que evidenciam a importância destes dois neurotransmissores nas dificuldades relacionadas ao TDAH. Esta constatação vem de mais de 200 estudos realizados com o tratamento medicamentoso com estimulantes no alivio dos sintomas do transtorno. Estes funcionam em 70 a 80% dos casos diagnosticados.
Estes estimulantes não curam, apenas aliviam os sintomas enquanto a medicação está ativa, melhorando significativamente a concentração e a agitação decorrentes do transtorno.
Muito se fala em SÍNDROME. Afinal, o que quer dizer esta palavra tão assustadora?
Síndrome é um termo que descreve um grupo de sintomas que aparecem juntos. No caso do TDAH: desatenção, agitação, dificuldades de memória, incapacidade de manter a atenção por muito tempo em uma determinada tarefa, desorganização e o hábito de deixar tarefas importantes para o último momento. Muitas crianças acabam se tornando agressivas, pois como não conseguem se concentrar, não permitem que os colegas o façam, chamando a atenção, falando sem parar, levantando do lugar e sendo motivo de risadas. E quem não participa da “brincadeira” é agredido com palavras ou até mesmo fisicamente.
E os professores? Bem, estes assistem a tudo sem poder fazer nada. Relatórios e mais relatórios, encaminhamentos para médicos, aconselhamento familiar, terapia, mas tudo acaba no fundo das gavetas, pois a família NEGA, e a vida segue. Até quando nossas crianças sofrerão por tanto desconhecimento?
Leila Bambino
Educadora Especial/ Psicopedagoga Clínica
leilabam@terra.com.br

6 comentários:

Neilane disse...

Depois de 24 anos sendo taxada de "burra", descobri o que tinha, sim eu tenho TDAH. Estou tentando com todas as minhas forças entender e aceitar.Não é mesmo a coisa mais fácil do mundo. Sinto-me de mãos atadas, sem rumo!Esse sentimento de puro desespero ão tem me feito bem!Esse texto relatou minha infância, minha adolescência traumática.Espero encontrar aqui apoio para aceitar.

PSICOPEDAGOGIA disse...

Olá Leila, parabéns pela matéria, amanhã realizaremos um sorteio de duas vagas nas oficinas on-line, seu nome estrá lá, desejo-lhe uma boa sorte.

Abraços


Valeria

Pri disse...

realmente poucas pessoas conhecem o
TDA/TDAH e suas implicações na vida da criança, ou de um estudante em qualquer idade mesmo que tenha esse transtorno.
Um ponto interessante de se destacar é a criatividade dos hiperativos e como isso pode ajudar na sua concentração, colocando sempre atividades estimulantes para eles. Não é fácil lidar com crianças com dificuldades de aprendizagem, mas é muito gratificante. Na maioria das vezes realmente a família não aceita que a criança tem uma complicação na sua vida, e fecha os olhos, arrastando o problema. Não creio que o professor fique de mãos atadas numa situação assim, apesar de isso ser uma infeliz realidade dadas as condições encontradas nas salas de aula: muitos alunos por classe, conteúdo repetitivo que não desperta muito interesse dos alunos (sis. apostilado), falta de tempo para desenvolver assuntos de uma forma interessante e motivadora, fazendo o professor optar por quais conteúdos poderia trabalhar melhor com, por ex, experiências em laboratório ao invés da teoria pura.

Pri disse...

Lembro que na minha época de colégio adorava ir ao laboratório, e quando os professores realizavam algum experimento conosco em sala mesmo, e como odiava as aulas de teoria somente expositivas e o quanto virava e revirava na carteira, conversava com qm estava perto, rabiscava no caderno, criava até poemas e textos...tudo, menos me concentrar. Tenho tdah e hj faço estágio numa sala de PIC em escolas municipais de SP. Por experiência própria e agora com outros alunos vejo que não adianta mesmo insistir com a família, e mto menos dar um diagnóstico, que mtas vezes pode frustrar a pessoa e mais prejudicar do q ajudar, fazendo com que ela se acomode de certa forma com o problema, se julgue negativamente e daí nem com tratamento dá muito certo... O trabalho em sala é importantíssimo e, uma vez o prof identificando as dificuldades do aluno, cabe a ele respeitar e lidar com elas da melhor forma possível, já que o que falta não costuma ser curiosidade (é fácil perceber isso qndo realizamos atividades diferentes) mas problemas que ultrapassam os limites da escola. mtas vezes eles são de ordem emocional, com a família, sem ter ligação com fatores bioquímicos e nem por isso deixam de ser graves e merecerem atenção. E mesmo nos casos de alterações bioquímicas a medicação não é o suficiente... Logo que tive o diagnóstico (e me contaram sobre ele) meu desempenho escolar caiu bruscamente, as dificuldades de uma vida inteira tinham sido explicadas e eu teria de lidar com elas pra seeempre! isso acabou comigo, quase desisti dos estudos me sentindo profundamente incapaz e não notando as coisas legais que tinha feito até então, só sentindo que tudo o q fazia estava errado, incompleto, insatisfatório e que se eu tinha alguma criatividade e raciocínio legal isso não servia de nada já que não conseguia direcionar minhas potencialidades e era extremamente improdutiva e inconstante. Estava com vários trabalhos atrasados na faculdade e, dadas as condições, o médico me receitou a ritalina que eu tomei até colocar as coisas em ordem... depois fui internada pq a minha agitação/inquietação/ansiedade era tão grande que era como se no meio do caminho pra facul um buraco abrisse embaixo dos meus pés e tudo perdesse o sentido e minha mente hiperativa martelava aqueles pensamentos negtivos já citados... Então eu ficava andando por aí, quilômetros, sem noção do pq fazia isso, acelerando o passo toda vez que algum pensamento desagradável se fortalecia... só pensava no qnto era incapaz. Daí o médico me internou rs nas férias... me acalmei e ele tirou a ritalina de mim! e depois a lamotrigina e a nortriptilina... e a oxcarbazepina (diag. de bipolarII)... quasemorri. Tô de cara com ele até hj! rs Mas minha memória melhorou e estou aprendendo a me concentrar, fico fazendo aquelas coisinhas tipo sudoku, criptograma... ajuda. Uma coisa que nunca passa é a hipercinese mas tudo bem porque se eu não me mover, tomar medicação e ficar meio dopada, a minha inquietação aumenta. E eu tô escrevendo tanto assim aqui porque ontem me senti injustiçada no médico... Ele me chamou de irresponsável, imatura e afins por não ter chegado no horário, assumir compromissos e não cumprir, etc... Nem respondi de tanta raiva. Ele disse "nenhum remédio vai te ajudar nisso"... e apesar disso ter gosto de vinagre na minha boca, descendo pela garganta de um jeito horrível, ele está certo em determinado pnto... Pq o diagnóstico tem algo de cômodo.

Pri disse...

A medicação ajuda a controlar alguns sintomas, mas eles são abrandadoos, o resto é com a pessoa... Convivi tanto tempo com o tdah e tenho tantos maus hábitos originados daí que agora, mesmo medicada, as dificuldades persistem. Tô escrevendo isso pq, no caso das crianças, msmo que a família não aceite, não leve em consideração, ou qualquer coisa assim, msmo assim, a gnt pode incentivar hábitos diferentes nessas crianças, numa espécie de trabalho terapûitico, ou quase, pra quje elas aprendam a lidar melhor com essas dificuldades chatas.

Edna disse...

Olá Leila.
Parabéns pela matéria, está corretissima,é real a negação de muitas famílias, assim como é real o despreparo de muitas escolas com relação a inclusão, que infelizmente foi imposta no Brasil, de cima para baixo sem o devido treinamento dos professores para trabalhar com a diversidade humana, ainda há os médicos que desacreditam a veracidade dos transtornos de aprendizagem, temos uma grande luta a ser enfrentada.

Que Deus ilumine os profissionais de boa vontade, e que estes sejam a semente da benevolência que deve ser espalhada por este planeta.
Beijos no coração amiga.

A psicomotricidade como pré requisito ao processo de alfabetização.

Psicomotricidade é uma prática pedagógica que objetiva colaborar para o desenvolvimento global da criança no processo de ensino-aprendizagem, proporcionando os aspectos físicos, mental, e sócio-cultural, visando coerência com a realidade dos educandos. É a capacidade de coordenar os movimentos pressupondo o exercício de múltiplas funções psicológicas, motoras, de memorização, atenção, observação, raciocínio, discriminação, etc. O entendimento dos processos relacionados à motricidade é de suma importância para o planejamento pedagógico e psicopedagógico, centrado no desenvolvimento do aprendiz. Várias crianças tem apresentado deficit de aprendizagem devido á ausência de trabalhos focando certas habilidades necessárias a este avanço. Neste caso é necessário o apoio de um Psicopedagogo, que fará o diagnóstico e certamente, indicará a melhor maneira de se trabalhar com estas crianças. Todavia, este quadro pode ser evitado, se as Instituições responsáveis pela Educação Infantil adotarem o "brincar" como recurso necessário e diário em seus planejamentos.
A criança que anda sobre uma linha no chão; pula pneus, corda, amarelinha; rasteja; corre; engatinha; encontra objetos escondidos; percebe diferenças entre o cenário anterior e o atual; participa de atividades de musicalização; canta; dança; brinca de roda, de cabra cega, de passar anel, de baliza, de pique-pega, de pique-esconde, de pique-cola, de macaco disse, de Maria viola, etc... dificilmente apresentará dificuldades no processo de alfabetização. Os tradicionais rabinhos de porco e pontilhados dão lugar ao brincar com função pedagógica, andar sobre o rabinho de porco, desenhar no chão e observar seu desenho e os desenhos dos colegas. Ainda, adquirir ritmo através da musicalização, esquerda / direita, em cima / em baixo, fino / grosso, alto / baixo, grande / pequeno e tantas outra habilidades que possibilitam um rápido entendimento do processo de escrita e da leitura. Movimentos de pinça (pegar objetos com a ponta dos dedos), soprar canudinhos (bolinha de sabão), confeccionar pipas e brinquedos, rasgar e embolar papéis, reconhecimento de partes do seu corpo (macaco disse), favorecem o pegar no lápis e nos demais objetos escolares, estimulam o traçado das letras e a observação das diferenças entre b e d, por exemplo.
As trocas de V por F, D por T, podem ser evitadas desenvolvendo atividades que estimulem a percepção auditiva das crianças. Essas atividades possibilitam também a socialização dos educandos, respeito à sua vez, e às regras das atividades, disciplina e cooperação. A criança que tem o previlégio de fazer parte de uma Educação Infantil que enfatize as brincadeiras em seus planejamentos, certamente não encontrará dificuldades no processo de alfabetização, pois aprendeu de forma concreta, aquilo que no tempo certo irá colocar no papel. Em controvérsia, quando esta fase não é trabalhada, os danos se estenderão por boa parte - ou toda - a vida escolar da criança. A alfabetização pode e deve ser trabalhada na Educação Infantil, desde que isto aconteça de forma lúdica respeitando a idade e o tempo da criança.
Autora: Angela Adriana de Almeida Lima


Sindrome de Down - Você não está só!

Nós entendemos que, ao receber a notícia, você se sente como se fosse a única pessoa do mundo que tem um problema para resolver. Sentimentos de insegurança e incerteza, bem como dúvidas sobre como tratar a criança e o que o futuro lhe reserva, podem surgir. Procure informações corretas, através de médicos, profissionais especializados ou mesmo outros pais. Várias pessoas já passaram e passam todos os dias pelas dúvidas e incertezas que você está passando e podem ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo.A Internet é um recurso fabuloso, mas é, ao mesmo tempo, o melhor e o pior dos mundos. Como a rede não tem limites de espaço você vai encontrar tudo que já foi escrito a respeito do assunto, seja a descoberta mais recente, como os conceitos mais ultrapassados e, pior, nem sempre o que você encontra tem data. Você corre o risco de acreditar em afirmações que foram feitas há mais de 50 anos, só porque o site é bonitinho.Não confie demasiadamente em textos com mais de 5 anos. A evolução, tanto na área médica quanto na qualidade de vida de pessoas com síndrome de Down tem sido enorme e acontecido a passos largos.Algumas dicas podem ser úteis :
1.Não se deixe influenciar pela opinião de pessoas que nunca conviveram diretamente com uma criança com síndrome de Down, geralmente elas têm informações desatualizadas, preconceituosas e erradas – inclusive a mídia (jornais, revistas, tvs) e médicos que nunca atenderam essas crianças, mas falam a partir de longos textos acadêmicos que estudaram (e que, provavelmente, encontram-se muito desatualizados).
2.Diagnóstico não é profecia : o futuro do seu filho vai depender daquilo que você der condições e oportunidade para ele fazer e não do que um profissional possa ter dito em uma entrevista que você encontrou em um site.
3.Não fique correndo atrás de "cura milagrosa" : Existem dezenas de promessas na Internet, algumas até bem intencionadas (pessoas que realmente acreditam no que falam, mesmo que tecnicamente estejam totalmente erradas), e muitas má-intencionadas, que só querem se aproveitar de um momento delicado das famílias. Se você se deixa iludir por falsas promessas de cura ou de terapias que vão fazer do seu filho uma criança "normal", você deixa de aproveitar o tempo para investir nos potenciais e habilidades dele.
4.Conheça outros pais e outras crianças : a experiência dos outros sempre vai ser útil, mas não esqueça que você é diferente dos outros pais e seu filho diferente de outras crianças que tenham a mesma "deficiência". Participe de grupos de discussão, conheça associações, descubra o que eles estão fazendo, como estão fazendo. Mas nunca deixe de usar o seu filtro crítico para julgar o que, dentro dos seus valores familiares, é melhor para o seu filho.
5.Cuidado com o excesso de informação : Mesmo quando verdadeira e atualizada, existe muita informação que, dependendo do momento, é desnecessária. Seu filho acabou de nascer, não se angustie sobre as questões da adolescência. Não entre em paranóia porque algumas questões médicas têm uma maior incidência nas pessoas com síndrome de Down. Converse com outras pessoas – especialmente com o pediatra do seu filho – a respeito delas. Com o tempo você vai começar a distinguir as que lhe serão úteis das demais.

Mimos que recebi...

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como é bom ganhar presentes!

mimos e mimos...

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bom demais!

Mimo dado pela Casa de Patinhos

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Visitem, vale a pena!!!

Pulseiras do sexo

As pulseiras do sexo custam apenas um real, um pacote com várias pulseiras de silicone, mas o custo maior foge ao alcance dos pais e o preço é o significado da pulseira.
As pulseirinhas coloridas, que qualquer garota usaria para ir ao colégio. Mas de uns dia para cá, vem deixando os país de cabeça quente com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo uma moda que surgiu na Inglaterra e acaba de chegar ao Brasil, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor.

Significado das cores:

Pulseira da cor Amarela:
Esta significa dar um simples abraço, digamos que é das pulseiras é a nivel 1.
Pulseiras das cores Laranja:
Ainda significa algo tranquilo uma dentadinha do amor, só não se sabe onde
Pulseira da cor Roxa:
Começou a brincadeira, as pulseiras dão direito a um beijo com língua
Pulseira das cores Cor-de-rosa:
A menina tem que mostrar o seio, o que?
Pulseira das cores Vermelha:
Simples, que nada o significado é fazer uma lap dance
Pulseiras das cores Azul:
A garota tem que fazer sexo oral no sortudo que arrebentar sua pulseiras silicone
Pulseiras das cores Verde:
Chupões no pescoço, significado tranquilo não acha?
Pulseira das cores Preta:
A pulseira significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira
Pulseira das cores Dourada:
Liberou geral, tem que fazer todos os itens citados anteriormente
O que você acha sobre essa moda das pulseiras coloridas?